Rafael Bordallo Pinheiro (1846-1905)

Síntese Biográfica


1846 Nasce a 21 de Março, em Lisboa.

Filho de Manuel Maria Bordallo Pinheiro (pintor, escultor, ilustrador, figurinista e gravador em madeira, representante da Arte Romântica portuguesa) e de Maria Augusta Prostes.


1863 Aos 17 anos, emprega-se como amanuense 

na Secretaria da Câmara dos Pares, onde o pai era 1º Oficial


1868 Casa e matricula-se na Academia de Belas Artes

e no Curso Superior de Letras. Concorre a exposições

da Sociedade Promotora de Belas Artes


1870 Lança os jornais A Berlinda (Julho) e O Binóculo (Outubro). Oferece ao fundador e Director do Diário de Notícias, Eduardo Coelho, “O Rapaz dos Jornais” (aguarela)


1871 Colabora no Almanaque das Gargalhadas.


1872 Publica “Apontamentos sobre a picaresca viagem do Imperador do Rasilb pela Europa”; colabora na Revista Artes e Letras.


1873 Em Março parte da Espanha, correspndendo ao convite de Ingram, co-proprietário de The Illustrated London News, para colaborar na publicação com caricaturas, como correspondente de guerra, da disputa espanhola entre liberais e carlistas. Ilustra Almanaque de Caricaturas para 1874.


1874 Ilustra Almanaque de Caricaturas para 1875.


1875 Funda, em Lisboa, o seu terceiro jornal: A Lanterna Mágica (1.05 a 31.07) em cujas páginas virá a surgir 

o Zé-Povinho. Ilustra Almanaque de Caricaturas para 1876.  

Em Agosto chega ao Rio de Janeiro para substituir Angelo Agostini (1843-1910) na direcção artística de “O Mosquito”.


1876 Álbum de Caricaturas por Rafael Bordallo Pinheiro (1876), com prefácio de Júlio César Machado.


1877 Acabado “O Mosquito” em Maio, lança o “Psit”  

em Setembro.


1878 Em Abril lança o seu último jornal brasileiro: O Besouro.


1879 Sofre dois atentados e regressa a Portugal em Março.

Em Junho lança “O António Maria” (1ª Série, até 1885).


1881 Publica “No Lazareto de Lisboa” e O Almanaque

de António Maria, para 1882.


1882 O Almanaque “António Maria para 1883 e 1884.


1884 Colabora em La Broma (Madrid).


1885 Lança “Os Pontos nos ii”.


1886 Recusa a Ordem de S. Tiago que o rei D. Luís  

lhe concede, como forma de poder continuar a sua crónica independente sobre a sociedade portuguesa.


1888 Integra Comissão de Jornalistas (12) que prepara

o número único Lisboa-Porto (com col. de Eça e Camilo), em homenagem às vítimas do incêndio no Teatro Baquet, Porto.


1889 Faz a decoração do pavilhão de Portugal da Exposição de Paris.


1890 Ilustra A Marcha do Ódio, de Guerra Junqueiro


1891 Em Março lança a 2ª série de O António Maria

(até Julho de 1898).


1893 Colabora em “O Comércio do Porto Ilustrado”, 

número de Natal. Colaboração mantém-se até 1904.


1898 Colabora em O Proletário.


1900 Em Janeiro lança A Paródia.


1902 Apreensão e processo judicial contra A Paródia,

em Dezembro.


1903 A 6 de Junho, a Associação dos Jornalistas de Lisboa promove uma grande homenagem nacional a Rafael Bordallo Pinheiro


1905 A 23 de Janeiro morre em Lisboa.


TOPO

 

      



RAFAEL BORDALLO PINHEIRO

 

 


Auto-CARICATURAS


   
  

 

   

ZÉ-POVINHO